Top 3: os posts mais lidos da semana

3. Planejamento e visão: um legado urbano

Belo Horizonte, Minas Gerais, transformou a cara do centro após implantação do BRT Move. (Foto: Luísa Zottis/WRI Brasil | EMBARQ Brasil)

Quando a infraestrutura do transporte sustentável transcende a função essencial de carregar pessoas de ponto a outro e passa a intervir no ambiente ao seu redor, deixa um legado para as cidades. Os corredores de ônibus do Move, sistema BRT (Bus Rapid Transit) de Belo Horizonte, refletem esse ideal. Eles revitalizaram o centro, importante área onde as atividades econômica e social fervilham e milhares de pessoas passam diariamente. Antes uma via para carros, hoje um passeio público com espaço para, além do ônibus, pedestres e ciclistas. Trabalho que conquistou um prêmio internacional em mobilidade sustentável.

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2. Três cidades desenhadas para o movimento

(Foto: Iván Erre Jota/Flickr)

O Brasil está parando, e não estamos falando em economia. Um relatório da Nike descobriu que as crianças brasileiras são as mais sedentárias da América Latina, índice que anuncia uma geração com menos saúde, expectativa de vida e capital humano – o conjunto de fatores que leva ao sucesso pessoal. Por isso, a Nike e a Clinton Foundation, ao lado de organizações parceiras – incluindo o WRI Brasil | EMBARQ Brasil (produtor desde blog) assumiu, em dezembro de 2013, um compromisso de 16 milhões de dólares por três anos no intuito de desenvolver iniciativas para tornar os pequenos mais ativos.

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1. Como a densidade urbana pode beneficiar a vida nas cidades

(Foto: Doug/Flickr)

Em 2009, pela primeira vez na história o índice de população urbana ultrapassou o da rural, e hoje 54% das pessoas em todo o mundo vivem em cidades. Essas estatísticas, já familiares para muitos, revelam questões importantes a respeito do futuro das áreas urbanas. Nós ainda teremos de construir 75% da infraestrutura urbana que será necessária em 2050, quando 70% da população mundial estará vivendo nas cidades. Temos hoje, portanto, a oportunidade de repensar os padrões de desenvolvimento, crescimento e ocupação das cidades. Uma das questões com a qual teremos de lidar no futuro – e que já começamos a enfrentar nos dias de hoje – diz respeito à densidade das áreas urbanas.

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