Armadillos: sustentabilidade também na construção de ciclovias

Os armadillos, feitos a partir de plástico reaproveitado, são uma opção sustentável para separar as ciclovias do espaço utilizado pelos carros (Foto: Cyclehoop/Divulgação)

A Cyclehoop é uma empresa britânica especializada em soluções para a mobilidade urbana por meio da bicicleta. Uma das criações mais famosas do grupo é um mecanismo sustentável para separar o espaço destinado às bikes das faixas utilizadas pelos carros: os armadillos.

Em português, a palavra traduz-se como tatu. E é isso mesmo: são tachões feitos a partir de material 100% reciclado e coloridos em preto em amarelo, como outros tantos sinalizadores de trânsito, e que, vistos de cima, lembram o formato de um tatu.

(Foto: Cyclehoop/Divulgação)

A solução, sustentável, barata e de fácil aplicação, pode substituir os divisores tradicionais, feitos de concreto. Além de criar uma faixa mais segura para os ciclistas, separando-a visivelmente do espaço utilizado pelos carros, os armadillos também se tornam bastante úteis ao impedir que os motoristas estacionem sobre a ciclovia.

Fora do Brasil, a criação dos britânicos já é consideravelmente difundida: há pelos menos sete anos, de acordo com a Cyclehoop, os armadillos vêm sendo instalados em diversas cidades europeias e norte-americanas. Faixas exclusivas para as bikes são fundamentais para a segurança do ciclista – e é melhor ainda quando elas vêm acompanhadas de uma separação física.

Fonte: Ciclo Vivo