Dirtsurf: o novo meio de transporte que mistura bicicleta e skate

Dirtsurf em Porto Alegre. (Foto: Stangebartz)

A criatividade para fugir dos meios convencionais de transporte não para! A nova onda é o dirtsurf, criado em 1998 na Austrália, um dos paraísos dos surfistas, a modalidade mistura características do skate e do ciclismo e vem caindo no gosto dos brasileiros. A base lembra um skate tradicional, mas as rodas são de bike, assim os praticantes têm a liberdade do surfe em qualquer terreno, seja asfalto, grama ou terra – é o “surfe sujo”.

Além de ser bastante resistente, a prancha adaptada é feita de material leve e permite atingir até 115 km/h nas descidas mais íngremes e radicais. O controle da velocidade fica por conta de um freio diferente, localizado na parte detrás da prancha, acionado com a panturrilha.

E quem pensa que o dirtsurf é só um hobby para se divertir nos finais de semana se enganou. Ery Barbosa, instrutor e praticante da modalidade há 10 anos, utiliza a prancha adaptada também para se deslocar pela cidade, no dia-a-dia. “Como o esporte é muito bom, eu também o divulgo como meio de transporte. Não só na velocidade, nas ladeiras, mas pode ser usado nas pistas do Rio de Janeiro também”, explica em entrevista ao Esporte Espetacular, da Rede Globo.

Mais um meio de transporte sem motor, sem emissões. O meio ambiente agradece! Será que a moda pega?

Assista a reportagem completa do Esporte Espetacular sobre o dirtsurf no Brasil!

Fonte: Globoesporte

  • Luiz Claudio de Almeida Ferna


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