As cidades mais inteligentes do mundo

Por Revista Galileu

Para estabelecer um ranking que define quais são as cidades mais inteligentes de cada continente, o climatologista Boyd Cohen, do site Co.Exist, desenvolveu um método que leva em consideração alguns aspectos que qualificam uma cidade como inteligente. Cohen fez a disposição das informações em seis campos principais para, em seguida, cruzar os dados. O método analisava o status da economia, população, meio ambiente, governo, mobilidade e qualidade de vida, sempre dedicando atenção aos aspectos criativos, inclusivos, limpos, integrados e conectados de cada uma dessas categorias.

O resultado foi dividido por regiões:

Ásia 

1. Hong Kong

2. Cingapura

3. Seul

4. Tóquio

5. Auckland

6. Sydney

7. Kuala Lumpur

8. Taipei

9. Xangai

10. Osaka

Hong Kong desponta na lista por possuir diversas universidades públicas, um bom desenvolvimento nas tecnologias comunicacionais e de informação e a utilização do “Octopus”, um sistema de cartão integrado, com o qual os habitantes podem pagar escola, transporte, estacionamento e outros itens. Cingapura aparece em segundo lugar pelo número considerável de iniciativas verdes, sobretudo, de armazenamento de água da chuva.

Cartão Octopus, de Hong Kong. (Foto: Justin Ng)

América do Norte

1. Boston

2. São Francisco

3. Seattle

4. Vancouver

5. Nova York

6. Washington

7. Toronto

8. Chicago

9. Los Angeles

10. Montreal

Uma das principais razões para Boston ocupar a primeira posição é o fato de ela ser a casa de mais de 70 universidades. Além disso, o ambiente empresarial é apoiado pelos projetos da prefeitura, que instigam a inovação. São Francisco também recebe destaque por ter se tornado importante destino dos empresários do ramo de tecnologia

Boston University. (Foto: Krun One)

Europa 

1. Copenhagen

2. Estocolmo

3. Amsterdã

4. Viena

5. Paris

6. Berlim

7. Londres

8. Barcelona

9. Munique

10. Frankfurt

A cidade de Copenhagen é quase que absoluta para vencer rankings como esses. A começar pelo alto número de ciclistas (algo em torno dos 40%), o país mostra grande preocupação com o meio ambiente, que também se estende por diversos setores da economia e sociedade. A cidade tem como meta se tornar a capital a atingir a neutralidade de gás carbônico em 2025.

Copenhague, na Dinamarca, é exemplo de mobilidade urbana sustentável. (Foto: I-Sustain)

  • http://twitter.com/segaout Gustavo

    América do Sul, África e Oceania não passaram pelo ponto de corte